Alto risco
Os big riders Carlos Burle e Everaldo “Pato” Teixeira vivem na busca pelas maiores ondas do planeta e garantem o sustento de suas famílias em condições extremas, sujeitos a levarem as piores vacas possíveis. Os dois já sentiram na pele, e nos ossos, as conseqüências da profissão ao serem atropelados por toneladas de água. Nesta reportagem, você confere um histórico das principais lesões que ambos sofreram e como superaram os obstáculos para voltar ao mar e continuar a fazer o que mais amam.
Por Kiko Carvalho - kiko@edpeixes.com.br
Carlos Burle é a referência nacional quando se fala em ondas grandes. Com vasta quilometragem nos picos mais temidos do planeta, ele é um dos big riders mais respeitados da atualidade. Esse pernambucano, de fala mansa, vira um gigante quando o mar bomba de verdade. Com um longo histórico de lesões, Burle sempre conseguiu dar a volta por cima com determinação e acompanhamento profissional adequado. O principal acidente de sua carreira aconteceu em Jaws, em 2003, numa sessão ao lado de seu parceiro de longa data, Eraldo Gueiros.
Everaldo Pato é um dos free surfers mais bem-sucedidos do Brasil e é conhecido por sua atitude destemida. Sempre que o mar fica gigante, seja no Hawaii, seja no Tahiti, seja na Califórnia, lá está o catarinense botando para baixo nas maiores da série. Pato começou a sofrer com lesões ainda na adolescência e de lá para cá, elas não o abandonaram mais. Mas um incidente em especial, o marcou para sempre. Em 26 de novembro de 2002, as séries tinham 40 pés em Jaws. O catarinense, que estava sendo rebocado por João Maurício Jabour, seu parceiro na época, colocou para dentro de um tubo e ao perceber que não seria possível completá-lo, decidiu em vão furar a onda e tentar atravessar a espessa parede de água.
Everaldo Pato é um dos free surfers mais bem-sucedidos do Brasil e é conhecido por sua atitude destemida. Sempre que o mar fica gigante, seja no Hawaii, seja no Tahiti, seja na Califórnia, lá está o catarinense botando para baixo nas maiores da série. Pato começou a sofrer com lesões ainda na adolescência e de lá para cá, elas não o abandonaram mais. Mas um incidente em especial, o marcou para sempre. Em 26 de novembro de 2002, as séries tinham 40 pés em Jaws. O catarinense, que estava sendo rebocado por João Maurício Jabour, seu parceiro na época, colocou para dentro de um tubo e ao perceber que não seria possível completá-lo, decidiu em vão furar a onda e tentar atravessar a espessa parede de água.
(Confira a íntegra da matéria na edição de agosto da FLUIR, já nas bancas).



