O tahitiano Vetea David, o brasileiro Carlos Bahia e o havaiano Laird Hamilton são alguns dos adeptos do SUP.

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Pranchas > FLUIR de agosto14/08/2008 - 16h15

Origem ancestral, febre atual

Praticado desde os primórdios do surf no Hawaii, o Stand Up Paddle, ou SUP, volta com força total em várias partes do mundo e ganha novos adeptos a cada dia também no Brasil.
Por Ricardo Macario - rmacario@edpeixes.com.br
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Ku Hoe He'e Nalu, que em português significa "levantar-se, remar e surfar a onda", é o nome original em havaiano de uma modalidade de surf mais do que atual, o Stand Up Paddle. Mas engana-se quem pensa se tratar apenas de um longboard "anabolizado". Na opinião de muitos praticantes e entusiastas, o SUP é uma modalidade diferente de todas as outras, com características próprias - e chegou para ficar.

A diferença básica em relação ao surf convencional é o equipamento: as pranchas variam entre 3 e 5 metros, são largas e o surfista utiliza um remo para impulsionar e controlar a trajetória na onda. Sua origem é ancestral, mas a prática já virou febre no mundo e conquista novos adeptos também no Brasil. Além de facilitar a entrada na onda e proporcionar uma abordagem diferente de surf, o SUP é praticado em longas travessias oceânicas (ou em lagos, represas e águas protegidas) como diversão e, principalmente, para aprimorar e manter o preparo físico, já que trabalha quase toda a musculatura do corpo.

"É um esporte híbrido. Além de oferecer um surf diferente, é uma boa opção de atividade para os dias sem onda. Além disso, ajuda a manter o físico em dia e o contato com o ambiente aquático", confirma o big rider baiano Danilo Couto, residente no Hawaii. Além dele, nomes como Jorge Pacelli, Haroldo Ambrósio, Rodrigo Koxa e Picuruta Salazar, em São Paulo, Eraldo Gueiros, Rodrigo Resende, Rico de Souza e Phil Rajzman, no Rio de Janeiro, e vários outros big riders e surfistas brasileiros adotaram o SUP em suas rotinas. Fora do país, lendas do surf como os havaianos Garret McNamara e Laird Hamilton e o tahitiano Vetea David vêm quebrando os limites da modalidade em ondas grandes e perigosas como Pipeline e Teahupoo.

(Confira a íntegra da matéria na edição de agosto da FLUIR, já nas bancas).

Veja vídeo (em inglês) com dicas básicas de Dave Kalama sobre como praticar o SUP



Confira imagens do QuikSilverEdition Ku Ikaika Big Wave Stand Up Paddle 2008




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