O apurado faro para os tubos pode ser um ponto a favor de Marcelo Trekinho no Red Nose Tow-In Championship.
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Trekinho avalia situação
Marcelo Trekinho e Bruno Santos formam uma das novas duplas de tow-in que irão disputar o Red Nose Tow-In Championship, que tem prazo de espera até o dia 31 de novembro para ser realizado em Maresias, São Sebastião (SP). Nesta entrevista, Trekinho fala sobre as expectativas para o evento e diz que ele e Santos querem ser uma boa surpresa do campeonato.
Por Redação Fluir
Como está a expectativa para a disputa?
Será o primeiro evento de tow-in que vou correr na vida. Todos os outros atletas têm mais experiência que eu. Sou apenas um novato na modalidade, se eu conseguir fazer uma boa performance já será ótimo.
Você já tirou 3 notas 10 em uma etapa do SuperSurf em Maresias. Acha que pode conseguir um desempenho tão bom, mesmo num mar bem maior?
Tudo depende. Tow-in não tem nada a ver com remada. É verdade que dá para pegar mais ondas com o auxílio do jet-ski, mas na minha opinião a técnica de pilotagem vai fazer toda a diferença, assim como a escolha das ondas e a velocidade para voltar ao outside. Acho que vai ser bem difícil tirar três notas 10 de novo. Maresias é sempre uma onda complicada quando o mar está grande, mesmo de tow-in. O conhecimento que tenho da onda pode ajudar um pouco, mas ainda assim terei que ralar muito para igualar a técnica que os praticantes de tow-in possuem. Eles têm outra visão do mar, será bem diferente para mim, mas estou ansioso. Todos ali são profissionais e já fizeram mais tow-in que nós. Independente de conhecermos o pico ou não, teremos que ter mais sorte que as outras duplas. Pela falta de treino na modalidade acho que só de participar do evento já será bom.
É comum você surfar as lajes no Rio de Janeiro, muitas vezes com o auxílio do jet-ski nos dias maiores. Como essa experiência pode ajudar?
Não sou um novato completo no tow-in, mas não pratico tanto quanto surf de remada. Com certeza o pouco de experiência que tenho nas ondas do Rio ajudará na hora de entrar na água em Maresias. Estou acreditando que esse campeonato será um ótimo aprendizado.
Como está sendo o treinamento de vocês no tow-in, acha que estão bem entrosados?
Não tivemos tempo de treinar nenhuma vez. O Bruno foi para a Europa correr as etapas do WQS e eu fiquei na Califórnia. Vamos chegar lá em cima da hora. Nós fizemos tow-in juntos apenas uma vez e não vamos treinar de novo antes do evento. Não posso dizer que vamos arrebentar, mas acho que podemos pegar umas ondas boas.
Quais são os pontos fortes e fracos de vocês?
Eu sou regular e o Bruno é goofy, isso pode ser uma vantagem sobre as outras duplas. O Bruno entuba muito bem e eu já pilotei mais que ele um jet-ski. Não ter treinado antes do evento definitivamente é um ponto fraco. Sabemos o que fazer, mas a falta de experiência juntos pode nos atrapalhar.
Como praticante do tow-out (modalidade em que um surfista puxa o outro de encontro à onda, em dias pequenos, para impulsionar a decolagem) você acha que essa experiência pode ajudar no tow-in?
O tow-out será nossa bagagem. Pratiquei muito no Rio, fazendo dupla com o (Marcos) Sifu, e aprendemos a pilotar o jet em ondas pequenas. É isso que vai me ajudar na hora de pilotar nas ondas grandes. Em ondas pequenas é essencial colocar o parceiro no lugar exato da onda, e essa prática pode ser um ponto positivo para nós.
Vocês se consideram uma zebra no campeonato? Até onde esperam chegar?
Somos dois surfistas sem experiência na modalidade. Já vimos muito, mas praticamos pouco. Podemos fazer uma boa apresentação, pois afinal tudo é surf. Depois que soltarmos a corda, acho que podemos surfar do jeito que quisermos e, se tiver altos tubos, tudo pode acontecer. Espero adquirir mais experiência e quem sabe um dia brigar por uma boa colocação.
Será o primeiro evento de tow-in que vou correr na vida. Todos os outros atletas têm mais experiência que eu. Sou apenas um novato na modalidade, se eu conseguir fazer uma boa performance já será ótimo.
Você já tirou 3 notas 10 em uma etapa do SuperSurf em Maresias. Acha que pode conseguir um desempenho tão bom, mesmo num mar bem maior?
Tudo depende. Tow-in não tem nada a ver com remada. É verdade que dá para pegar mais ondas com o auxílio do jet-ski, mas na minha opinião a técnica de pilotagem vai fazer toda a diferença, assim como a escolha das ondas e a velocidade para voltar ao outside. Acho que vai ser bem difícil tirar três notas 10 de novo. Maresias é sempre uma onda complicada quando o mar está grande, mesmo de tow-in. O conhecimento que tenho da onda pode ajudar um pouco, mas ainda assim terei que ralar muito para igualar a técnica que os praticantes de tow-in possuem. Eles têm outra visão do mar, será bem diferente para mim, mas estou ansioso. Todos ali são profissionais e já fizeram mais tow-in que nós. Independente de conhecermos o pico ou não, teremos que ter mais sorte que as outras duplas. Pela falta de treino na modalidade acho que só de participar do evento já será bom.
É comum você surfar as lajes no Rio de Janeiro, muitas vezes com o auxílio do jet-ski nos dias maiores. Como essa experiência pode ajudar?
Não sou um novato completo no tow-in, mas não pratico tanto quanto surf de remada. Com certeza o pouco de experiência que tenho nas ondas do Rio ajudará na hora de entrar na água em Maresias. Estou acreditando que esse campeonato será um ótimo aprendizado.
Como está sendo o treinamento de vocês no tow-in, acha que estão bem entrosados?
Não tivemos tempo de treinar nenhuma vez. O Bruno foi para a Europa correr as etapas do WQS e eu fiquei na Califórnia. Vamos chegar lá em cima da hora. Nós fizemos tow-in juntos apenas uma vez e não vamos treinar de novo antes do evento. Não posso dizer que vamos arrebentar, mas acho que podemos pegar umas ondas boas.
Quais são os pontos fortes e fracos de vocês?
Eu sou regular e o Bruno é goofy, isso pode ser uma vantagem sobre as outras duplas. O Bruno entuba muito bem e eu já pilotei mais que ele um jet-ski. Não ter treinado antes do evento definitivamente é um ponto fraco. Sabemos o que fazer, mas a falta de experiência juntos pode nos atrapalhar.
Como praticante do tow-out (modalidade em que um surfista puxa o outro de encontro à onda, em dias pequenos, para impulsionar a decolagem) você acha que essa experiência pode ajudar no tow-in?
O tow-out será nossa bagagem. Pratiquei muito no Rio, fazendo dupla com o (Marcos) Sifu, e aprendemos a pilotar o jet em ondas pequenas. É isso que vai me ajudar na hora de pilotar nas ondas grandes. Em ondas pequenas é essencial colocar o parceiro no lugar exato da onda, e essa prática pode ser um ponto positivo para nós.
Vocês se consideram uma zebra no campeonato? Até onde esperam chegar?
Somos dois surfistas sem experiência na modalidade. Já vimos muito, mas praticamos pouco. Podemos fazer uma boa apresentação, pois afinal tudo é surf. Depois que soltarmos a corda, acho que podemos surfar do jeito que quisermos e, se tiver altos tubos, tudo pode acontecer. Espero adquirir mais experiência e quem sabe um dia brigar por uma boa colocação.
*Colaborou Daniel Vianna / Midia Bacana



