A exemplo do que ocorreu com a espécie do Caribe, a foca-monge do Hawaii também corre risco de extinção.
Foca do Caribe é declarada extinta
A foca-monge-caribenha foi oficialmente declarada em extinção por oficiais do Serviço de Pesca do Noaa, órgão americano que monitora os oceanos.
Por Redação Fluir
Conhecida entre a comunidade do surf por fornecer mapas de previsão de ondulações na internet, a agência federal americana Noaa - National Oceanic and Atmospheric Administration, através do Serviço de Pesca, declarou recentemente a extinção de uma espécie de foca que vivia no Caribe, a foca-monge-caribenha.
A extinção da espécie já era prevista por biólogos e a última vez em que foi oficialmente vista foi em 1952. Pouco mais de uma década depois, as focas foram classificadas como ameaçadas, já que são visadas por caçadores para servir de alimento, além do valor comercial da pele e da gordura.
Mas a foca-monge-caribenha não é a única na lista. De acordo com especialistas, as focas do Mediterrâneo e do Hawaii também necessitam de proteção para não sumirem da fauna marinha. Em 1494, quando foi descoberta numa viagem de Cristóvão Colombo, a população de focas-monge chegava a cerca de 250 mil.
Os cientistas não sabem dizer o período exato da extinção do animal, já que por mais de cinqüenta anos nunca foi confirmada uma aparição da espécie. No entanto, alguns biólogos acreditam que algumas focas possam ter existido nas décadas de 60 e 70 sem serem identificadas.
A extinção da espécie já era prevista por biólogos e a última vez em que foi oficialmente vista foi em 1952. Pouco mais de uma década depois, as focas foram classificadas como ameaçadas, já que são visadas por caçadores para servir de alimento, além do valor comercial da pele e da gordura.
Mas a foca-monge-caribenha não é a única na lista. De acordo com especialistas, as focas do Mediterrâneo e do Hawaii também necessitam de proteção para não sumirem da fauna marinha. Em 1494, quando foi descoberta numa viagem de Cristóvão Colombo, a população de focas-monge chegava a cerca de 250 mil.
Os cientistas não sabem dizer o período exato da extinção do animal, já que por mais de cinqüenta anos nunca foi confirmada uma aparição da espécie. No entanto, alguns biólogos acreditam que algumas focas possam ter existido nas décadas de 60 e 70 sem serem identificadas.



